Dica do Lar: Café espresso ou coado?

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Já não é novidade para ninguém que nós, brasileiros, somos verdadeiros amantes do café, concordam? Essa bebida tão popular e familiar em nossas refeições se encaixa perfeitamente nos melhores momentos: acompanha um bolo quente como ninguém; é a melhor companhia para ler um livro; é o companheiro de todas as reuniões de negócios etc. Ele já caiu no nosso gosto há muito tempo, sem dúvidas. E pensando bem, o café já nos é tão insubstituível que cada vez mais aparecem os jeitos mais curiosos de se preparar e consumir essa delícia. Mas vamos aos jeitinhos mais comuns que a gente conhece de se preparar um delicioso café: o velho conhecido de todos, café coado, e o todo moderninho, café expresso. Qual o seu preferido?

O café coado é preparado com água quente entre 90 e 95ºC, em filtro de pano ou papel. A bebida fica menos densa que o café expresso e com aroma e sabores mais suaves e agradáveis ao paladar. Para se preparar o tradicional café coado, podem ser usadas cafeteiras também. Elas tornam o preparo mais simples, trabalhando apenas para aquecer a água e levá-la até o filtro de papel. Para o preparo do café coado, é recomendado de 5 à 6 colheres de sopa de café moído para 1 litro de água.

Já o café expresso é preparado em cafeteiras específicas para este fim. A bebida é resultado de um jato de água quente, lançado com alta pressão, sobre o pó de café finamente moído. A quantidade de pó dissolvida é maior por volume de água, se comparada à quantidade usada no café coado. O café expresso é mais concentrado, grosso, escuro e de sabor mais forte, com uma maior concentração de cafeína. Por causa desse forte sabor, este café é comumente usado para o preparo de outras bebidas à base de café, como o cappuccino, por exemplo.

As cafeteiras para café expresso foram criadas na Itália no começo do século XX. Lá, se diz “caffè espresso”, que significa café retirado sob pressão. Já no Brasil, é usado o termo café expresso no sentido de “rapidez”.

E aí, agora que aprendemos mais um pouquinho sobre essa deliciosa bebida, você já pode dizer qual o seu preferido?

Fonte: Kersaber

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Conheça os cortes de carne bovina ideais para suas receitas

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Na hora de cozinhar, é normal surgir aquela dúvida na hora de escolher a carne. Qual o melhor corte? Qual carne usar para o churrasco, o ensopado. A carne é de primeira ou de segunda?

Então o Clube do Lar decidiu te ajudar com isso. Separamos uma lista que vai responder essas dúvidas para você. Se quiser, pode imprimir a lista e deixa-la em um lugar visível na cozinha, e assim, facilitando sua vida.


1 – Peito: Corte de segunda (pode vir com osso ou sem osso). Boa para caldos, cozidos e ensopados.

2 – Pescoço: Corte de terceira. Boa para sopas e cozidos.

3 – Cupim: Corte de segunda. Boa para churrascos. Pode ser o vilão de uma dieta, já que é um dos cortes mais gordurosos do boi.

4 – Acém: Corte de segunda. Boa para bifes de panela, ensopados e assados. Junto com o patinho, é considerado o melhor corte para carne moída.

5 – Braço (ou paleta): Corte de segunda. Boa para cozidos, caldos, ensopados e molhos. Por ser bastante saboroso, é um corte escolhido também para rechear.

6 – Músculo: Corte de segunda e de terceira. Boa para ensopados, cozidos, caldos e molhos. O ossobuco é músculo ainda com osso, ainda com o tutano. Depois de cozido, fica uma delícia com pão, por exemplo.

7 – Capa de filé: Corte de segunda. Boa para assados e refogados.

8 – Aba de filé: Corte de segunda. Bom para hambúrgueres e croquetes.

9 – Ponta de agulha: Corte de terceira. Boa para caldos, ensopados e refogados.

10 – Filé de costela: Corte de segunda. Boa para fazer ensopados e refogados.

11 – Contrafilé (ou filé de lombo): Corte de primeira. Boa para grelhados, assados, churrascos e rosbifes. Seu grande segredo é não deixar passar do tempo ideal para não endurecer, com exceção à carnes maturadas, que são muito mais macias. Busque sempre as peças com capa de gordura, que ficam mais macias e saborosas durante o preparo.

12 – Filé mignon: Corte de primeira. Boa para bifes, assados, grelhados, strogonoff e rosbifes. É o corte mais nobre, por ser o mais macio. Para fazer um bom filé mignon não se esqueça da regra básica sobre as carnes: o mais importante é a gordura, responsável pelo sabor. Como o mignon não a tem, é importante untá-lo um pouco.

13 – Picanha: Corte de primeira. Boa para o preparo de assados, cozidos e churrascos. Aliás, é a estrela dos churrascos! Mas isso no Brasil, onde é considerada de primeira. Na Europa, é muito usada para carne de panela. As principais características da peça são o formato triangular, com uma camada de gordura, que é responsável pelo seu sabor, suculência e maciez. A gordura da picanha só pode ser retirada após ter sido assada, caso contrário as fibras de sua carne ficarão enrijecidas e sem gosto. É preciso lembrar que vendem peças picanhas com quase 3 kg de peso. Isso é simplesmente impossível. Um boi confinado, com o devido padrão genético e todas as vantagens tecnológicas, gera a produção de uma picanha de cerca de 1,5 kg no máximo.

14 – Alcatra: Corte de primeira. Boa para assados, grelhados, bifes, refogados e picadinhos. É formada por um conjunto de 5 cortes diferentes de carnes. A picanha faz parte deste conjunto. Em seguida, temos o miolo da alcatra, que seria a ‘própria’, usada nos churrascos tradicionais e justamente do miolo é que se tira o Baby-Beef, uma tira de carne do tamanho de um pequeno bife muito macio e apreciado por todos. Tem ainda mais dois cortes: o Tender Steak e o Top Sirloin, que possuem entre eles um nervo que se aloja dentro do miolo da alcatra. Não é comum assá-los sem estes cortes que retiram o nervo central, evitando que ele enrijeça ou deforme a carne. Assim como a picanha, a alcatra também possui muitas variações em seus cortes, podendo ser bem utilizada também em picadinhos, bifes e assados.

15 – Maminha: Corte de primeira. Boa para grelhados, assados, churrasco e bifes. É a ponta do conjunto de carnes que formam a alcatra. A maminha tem um formato quase triangular e pesa aproximadamente cerca de 2 kg. É muito apreciada em rodízios. A maminha é uma carne com boa espessura, textura e sabor que podem ser melhor aproveitados no espeto, fatiando pouco a pouco, como o cupim. Inicia-se com o sal grosso, depois cobre-se as partes fatiadas com sal fino e volta ao fogo. Outra variação pra churrasco é cobrir as partes fatiadas com um creme de alho. Dá um aroma e sabor inigualáveis.

16 – Fraldinha: Corte de segunda. Boa para assados, ensopados, churrasco, moídos e caldos.

17 – Patinho: Corte de primeira. Boa para assados, cozidos, bifes, moídos e molhos. É ideal para bife à milanesa e para carne de panela.

18 – Coxão duro (ou ponta de alcatra): Corte de primeira. Boa para cozidos, assados, ensopados, moídos e caldos.  É a favorita na preparação  de papinhas  infantis.

19 – Coxão mole: Corte de primeira. Boa para assados, refogados, ensopados e picadinhos. Dá bifes bem suculentos. Ótima também quando grelhada. Neste caso, pode ser também bem condimentada  antes de ser colocada na grelha. Usada em refogados, sopas, bifes rolê, bifes à milanesa, bolos de carne, carne moída, etc.

13 – Lagarto: Corte de primeira. Boa para o preparo de assados, rosbifes, cozidos e ensopados. É uma carne um pouco mais dura e precisa de mais tempo que as demais, no forno, para ficar macia. É uma das carnes favoritas para ser recheada (com bacon, cenoura, cebola já fica uma delícia!), e também a escolhida para, após cozida e bem resfriada, ser fatiada bem fina para carnes escabeche (carne louca). Em bifes, só se for protegida por um massinha para empanar.

21 – Rabo: Não tem classificação de corte. Boa para cozidos, ensopados e refogados.

Agora com essas dicas, fica mais fácil escolher a carne na hora de preparar sua refeição.

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Dica do Lar: Animais de estimação fazem bem à saúde

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Você tem um animalzinho de estimação em casa? Gato, cachorro, pássaro, tartaruga? Todos eles são uma fofura, vamos combinar. Mas, o que você pode não ter conhecimento é de que a companhia desses animais traz diversos benefícios à saúde, e isso já é comprovado cientificamente. 

A Associação Americana do Coração afirma que ter um animal reduz o risco de doenças cardíacas. Testes mostraram que uma pessoa que sai para passear com seu cachorro, por exemplo, cumpre 54% dos níveis recomendados de exercícios diários, favorecendo o funcionamento do sistema cardiovascular. Especialistas recomendam que as pessoas caminhem com seus animais no mínimo de 150 minutos por semana. A atividade permite também maior disposição no seu dia a dia. Outros estudos esclarecem que acariciar um animal reduz os níveis de estresse. Isso porque, ao passar a mão no animal, nosso organismo libera oxitocina, um hormônio relacionado ao vínculo emocional. Esse processo gera uma sensação de calma e bem-estar.

Enquetes revelaram que quem convive com um animal tem mais disposição, e 82% das pessoas entrevistadas declararam que seu cão ou gato as faz sentir melhor quando estão tristes. Quando brincamos com os animais, os níveis de serotonina e dopamina aumentam, enquanto os de cortisol diminuem, segundo um estudo publicado no British Medical Journal. No caso das crianças, os resultados também são muito interessantes. Os pequenos que convivem com os animais têm menos chance de desenvolver alergias e/ou asma, já que possuem um sistema imunológico mais forte.

De acordo com outros estudos, animais podem ensinar e orientar as crianças que sofrem de transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), ao criar uma rotina de atividades diárias. No  geral, a ciência comprova que as pessoas que têm bichos vivem uma vida mais saudável, longa e feliz.

Fonte: Animal Planet

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Receita do Lar: Omelete cremoso

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Mas que notícia boa! Hoje é dia de receita no nosso Clube no Ar, você não vai ser louco(a) de perder isso, vai?! Para a receita de hoje, o chef Alex Correa e a apresentadora Carol Maglio contaram com as maravilhas da Britânia, uma marca moderna e tradicional ao mesmo tempo.

Escolhemos hoje uma Omeleteira. Isso mesmo, meu bem! A Omeleteira Duos Plus Britânia facilita a sua vida e oferece maravilhas para você, como omeletes e ovos estalados (sem gordura). Vamos ao que interessa? Dá só uma olhada no vídeo e se liga nas opções que o chef separou para a nossa receita de omelete.

Catupiry, queijo, presunto, tomate, azeitona, cheiro verde, orégano, frango…ai ai, tudo isso para preparar o seu sabor favorito. Confere aí:

 

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Receita do Lar: Lombo assado pelo Cheff Alex

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Hoje nada mais é do que o dia de receitas em nosso canal Clube no Ar! Desta vez, o chef Alex Corrêa, juntamente com a apresentadora Carol Maglio, fez questão de dividir conosco uma receita maravilhosa: lombo, com a ajuda do Mixer em Inox com Mini Processador e Faca Elétrica Oster. Com este produto 3 em 1, você pode cortar as carnes com muita facilidade.

Ingredientes para o molho:

  • 1/2 xícara de leite
  • 3 colheres de sopa de mel
  • Creme de leite
  • Gorgonzola

Ingredientes para o vinagrete:

  • Cebola
  • Tomate
  • Salsinha
  • Cebolinha

Ficou com água na boca? Então, não deixe de conferir nosso programa na íntegra e acompanhe o modo de preparo. Quer mais? O chef ensina uma receita de drink maravilhoso, olha só:

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Dica do Lar: Escolha o vinho ideal para este inverno

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Quem aí acha que no frio é o momento ótimo para degustar um bom vinho? Combinação perfeita, não é mesmo?! Mas, será que todos os tipos de vinhos são o par perfeito para o inverno? Na verdade não, e é isso que vamos descobrir juntos. Qual o tipo de vinho ideal para esta época do ano?

Para o inverno, o ideal é optar pelos vinhos tintos. Os encorpados são ainda mais indicados, se sua intenção for se sentir o mais aquecido possível. Segundo Manoel Beato, sommelier do Grupo Fasano e autor do Guia de Vinhos Larousse, “além de mais encorpados, eles devem ser calorosos, tanto em termos de calorias quanto da sensação de calor que provocam na boca. Uma variação sutil no teor alcoólico faz a diferença”. Beato ainda complementa que “os tintos costumam ter 13% de álcool, então um com 15 % já confere uma sensação mais quente”.

Os tintos são os mais indicados para o clima frio, porque vão bem com carnes, massas, fondues, sopas, queijos, assados, risotos, pizza (pratos muito consumidos no inverno). Os vinhos jovens e encorpados, com 5 anos, podem ser servidos em um decanter. Já os vinhos mais velhos, com mais de 10 anos, devem ser servidos na própria garrafa, para que não se percam as principais características de aroma e sabor quando em contato com o ar. As taças ideais para degustar o vinho são as grandes, pois isso ajuda a conservar as características de aroma do vinho.

Para conservar os vinhos em condições ideais, a dica é mantê-los em uma adega própria, climatizada entre 12º C e 17º C. No caso dos tintos, essa temperatura pode variar de 16º C a 21º C.


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Dica do Lar: Como cuidar do cabelo no inverno

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O inverno chegou, e trouxe consigo aquele friozinho típico. Até aí tudo bem, mas o problema é quando a gente pára pra pensar nos cuidados com a beleza que devemos ter no inverno. E com os cabelos? Poxa, mais complicado ainda! É por isso que vamos compartilhar com você, amiga, algumas dicas que aprendemos.

Escolha sempre shampoos e condicionadores próprios para o tipo do seu cabelo. O mais importante é hidratá-lo com produtos específicos (aquelas máscaras de hidratação, sabe?!) semanalmente. No inverno, a gente fica doidinha pra tomar aquele banho quentíssimo, não é?! Pois então, a água quente é um dos piores inimigos do cabelo. Ela desidrata os fios, aumenta a queda de cabelos e provoca descamação do couro cabeludo. O ideal é evitar ao máximo água muito quente e lavar o cabelo com água morna. Os fios, no inverno, acabam ficando mais oleosos, é natural. Para isso, você pode optar por usar cremes sem enxague para ajudar a pentear o cabelo. Use o secador da maneira correta, aplique sempre um protetor térmico ou reparador de pontas antes de usá-lo. Não durma com os cabelos molhados e evite usar bonés, boinas e chapéus, eles deixam os fios ainda mais oleosos. Sempre que lavar seu cabelo, massageie-o, isso ajuda a ativar a circulação e a oxigenação, acelerando o crescimento dos fios.

E aí, já tá preparadíssima para os cuidados com as madeixas no inverno? Apostamos

Fonte: Dicas de Mulher

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Receita do Lar: Sopa de cebola

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Não há como resistir sopa quentinha para esse frio, não é mesmo?! Dessa vez, compartilharemos com vocês essa delícia de Sopa de Cebola. Quem já adorou a ideia? Vem aprender com a gente:

Ingredientes

  • 1 dente de alho
  • 1 tablete de caldo de carne
  • 1 colher de farinha de trigo
  • 1/2 lata de creme de leite sem soro
  • 2 batatas pré-cozidas picadas
  • 2 colheres de manteiga
  • 4 xícaras de água fervente
  • 400 g de cebola fatiada
  • Sal
  • Pimenta do reino a gosto

Modo de preparo

Refogar na manteiga o alho, a cebola e as batatas. Dissolver em 2 colheres de água fria o caldo de carne, sal, pimenta e farinha de trigo. Juntar tudo mais a água fervente e cozinhar por 20 minutos. Desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Bata tudo no liquidificador e leve ao fogo. Antes de servir, polvilhe com salsa e queijo.

Aproveite para comer com um pãozinho e bom apetite!

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5 dicas para organizar uma cozinha pequena

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Confira 5 dicas incríveis para organizar sua cozinha pequena.

Aposte em cozinhas americanas

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Muitos apartamentos já vem com cozinhas integradas com a sala de estar. Este estilo de cozinha proporciona um ambiente mais amplo, uma vez que abre mão de uma ou duas paredes.

Aproveitando que a cozinha é integrada à sala, a dica é usar artigos de decoração que combinem os espaços. Gabinetes e prateleiras suspensos, na divisa entre os ambientes quebram a continuidade sem abrir mão da profundidade conquistada com a retirada da parede. Vasos com plantas são excelentes opções para enfeitar o balcão ou prateleiras da divisa!

Outra dica incrível, é escolher móveis ou prateleiras para dividir os espaço, sendo eles de “duas faces”, para que possam ser utilizados tanto na sala quanto na cozinha.

Bancadas móveis

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Bancadas móveis é um truque ótimo para uma cozinha pequena. Você pode utilizar para a área de refeições e também como área de trabalho. Essas bancadas são difíceis de encontrar, mas que vai ser uma mão na roda, ah, isso vai.

Vertical

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Aposte em uma vozinha vertical. Utilize prateleiras e organizadores suspensos, para dispor potes com alimentos e temperos que você utiliza no dia a dia. Até as louças podem ficar nelas.

Organizadores suspensos muitas vezes são mais baratos que prateleiras e funcionam muito bem, aproveitando áreas maiores na altura sem abusar da profundidade.

Quer outra dica? Aproveite potes e recipientes grandes e organize os talheres. Além de prático, vira um ótimo artigo de decoração, dando um ar mais intimista e familiar ao ambiente. Você pode explorar essa ideia de verticalização da cozinha de várias maneiras: prateleiras de correr em armários, organizadores suspensos nas portas dos armários, etc.

Despensa

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Organizar a despensa de modo que facilite sua rotina de consumo e qual será sua rotina de reposição do “estoque”.

Com o tempo você percebe que fazer pequenas compras em intervalos de tempo mais cursos é uma opção mais prática, assim você ocupa espaço e não fica preocupado em onde guardar tudo.

Utilizar caixas e cestas para delimitar os espaços, organizar em categorias, como grãos, condimentos, massas, derivados de leite e tudo mais podefacilitar na hora de identificar os mantimentos que estão faltando.

Quadro de recados

Compre ou use a criatividade e faça um quadro de recados. Com lousas ou blocos de notas. Isso vai facilitar seu planejamento semanal, como cardápio e organizações.

Você também pode usar o quadro para anotar os itens que vão acabando e assim fazer uma lista de compras dinâmica. Mas lembre-se de deixar em um local visível para sempre ser notado. Ó, na hora de sair pro mercado, tire uma foto do quadro, assim você economiza papel e carrega a lista de um jeito mais prático.

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Receita do Lar: Filet à presidente

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Receita deliciosa aqui no Blog do Clube do Lar. Um filét à presidente que é uma delícia.

Confira a receita:

Ingredientes

  • 2 kg de filet mignon
  • 1/2 xícara de vinho tinto
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 1 cebola média
  • Fatias de bacon
  • Creme de leite a gosto
  • 1 colher (sopa) de passas
  • Queijo ralado (pouco)
  • 3 colheres (sopa) de manteiga
  • 3 colheres (sopa) de óleo

Modo de Preparo

  • Tempere o filé a gosto, deixe repousar por 1 ou 2 horas
  • Leve a manteiga e o óleo ao fogo quente, doure o açúcar e em seguida o filé de todos os lados
  • Fatiar o filé, sem que a faca chegue ao fim da carne (veja ilustração), polvilhar com queijo ralado e colocar num refratário
  • Na panela, acrescente a cebola ralada e o vinho
  • Adicione 3 fatias de bacon picadas, o creme de leite e as passas
  • Coloque fatias de bacon sobre o filé, despeje o molho (de creme de leite ) por cima do filé e leve ao forno pré-aquecido (alto)

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